Margarida Alves: “É melhor morrer na luta do que morrer de fome”
No dia 12 de agosto de 1983, há exatos 42 anos, a voz de Margarida Alves foi silenciada por um tiro covarde na porta de sua casa, em Alagoa Grande (PB), diante de sua família. Mas sua luta, sua coragem e seu legado jamais foram apagados. Margarida, camponesa, sindicalista e defensora incansável dos direitos dos trabalhadores rurais, tornou-se símbolo de resistência contra a opressão do latifúndio e a violência … Continuar lendo Margarida Alves: “É melhor morrer na luta do que morrer de fome”
